terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A manipuladora indústria farmacêutica


Compramos carne de cavalo a pensar que é de vaca (embora não esteja em causa a saúde pública), agora imaginem o que poderá acontecer no caso dos medicamentos...
Se se fizesse um estudo exaustivo, a tudo o que produzimos, adquirimos e usamos, depressa encontraríamos a razão para tantas doenças, o porquê de algumas predominarem e, até, se destacarem cada vez mais (por exemplo o cancro, a diabetes)...
Por algum motivo, a esperança média de vida (nos países desenvolvidos), não tem aumentado significativamente, mesmo que a tecnologia e os avanços científicos, tenham evoluído drasticamente.
O próprio desenvolvimento tecnológico e cientifico, é co-responsável por esta situação. Uma vez, que a descoberta de novas substâncias, o uso de novos materiais, a manipulação genética (etc), vem alterar os nossos hábitos e, portanto, influência-los "naturalmente". Acresce a este facto, um de dimensão superior, chamado capitalismo/consumismo, pelo qual tudo se rege, antes de chegar a nós. Mesmo que a iniciativa de um investigador, fosse "nobre", a indústria não a aceitaria sem aquilo a que chamo, "adequação ao lucro"... O que incluí, produzir ao mais baixo custo possível (e comercializar ao preço mais elevado, que possa ser pago). Obviamente, que, para isso, haverá consequências na qualidade do produto final. Desde limitar processos de desagregação de determinadas substâncias/moléculas, a substituição de outras por mais baratas, a introdução de algumas que causem um efeito de necessidade/viciação... Enfim, uma panóplia de esquemas, dignos de vigaristas, com um único propósito de interesse (para eles), que não passará pela cura, certamente.
O melhor, mesmo, é evitar tomar estas drogas legais, sempre que possível. Ou então, adquirir, através de produtos naturais, a substância activa. Muitas vezes, podemos encontrá-la em frutas, legumes, ervas... E, ao consumirmos o produto natural, para além de estarmos a combater o problema em si, estamos a evitar outros potenciais (sem prejuízo para o organismo e sem efeitos secundários).
Caso a alternativa não exista, já dizia a velha máxima: "para grandes males, grandes *remédios"
*Leia-se "notas de €€€£££$$$$"...

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