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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Angela Dorothea Merkel e o Robot mal comportadinho

Cuidado sr. Robot! Olhe que tal afronta poderá reflectir-se no aumento da energia eléctrica, num "El Ninho" extremamente localizado, ou simplesmente numa reacção negativa dos mercados (!?)... 

Se fosse na tugolândia, o robot arrancaria a bateria principal (ficando em modo economia), estenderia a palma da mão com a sua fonte mais preciosa, agradecendo, e entrando de imediato em modo "hibernar" (aguardando que a bateria voltasse a ser colocada por este ser tão especial). Porém, o "ser mais que tudo" (para este tipo de robots), encarregar-se-ia de substituir a bateria por outra (meia viciada), por forma a poder visitar mais vezes o "menino bem comportado" (qual salvador), aproveitando para escoar o stock de obsoletos e estabilizando os mercados (que agradecem a injecção de "iões de lítio" frescos)...

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O que é a realidade? Excelente 2014 sr. Cavaco Sílva! -.-'


Isto é tudo uma espécie de código/informação que os nossos olhos (e outros "sensores" corporais) captam e o cérebro decifra. A realidade não é o que vemos e o que sentimos pode, ou não, corresponder ao que é percepcionado e decifrado (sendo que ter sentimentos por códigos/informação, não faz grande "sentido" xD).
Em suma, somos "enganados" pelo nosso cérebro, para não entrarmos em depressão :v . Imaginem como seria, se vivêssemos no mundo real? Seria semelhante ao modo como os governos tratam os cidadãos. Como meros números/códigos/informação, claro está... Oh, esperem! A comparação não foi feliz. É que, para eles, há "números" (99%) que parecem ser a "moda" e os restantes (1% que tem cara, nome, umas ilhas no pacifico...) são esquecidos frequentemente... Isto no que toca a a sugar direitos e capital. Já em favores, a "moda" muda...
Já agora, Sr. Aníbal Cavaco Silva, agradeço que não tenha enviado o orçamento de estado para ser fiscalizado sucessivamente, pelo Tribunal Constitucional! É que ter um governo, que em todos os anos de mandato, não conseguiu apresentar um único orçamento, com garantias de cumprimento da Lei Fundamental do Estado, seria no mínimo VERGONHOSO para o Portugal. Que diriam os mercados financeiros ou os nossos parceiros europeus!?
Assim, consegue-se camuflar o bando de trapalhões interesseiros que dirigem o nosso país, em nome dos indispensáveis sacrifícios (necessários para salvar esta grande e honrosa nação).
Espero que consiga aproveitar a sua generosa reforma por muitos anos. Merece cada cêntimo que eu (e os 99%) descontar para a segurança social. Um bem haja e um excelente 2014! -.-'


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A ministra dos "mercados"

Assisti à entrevista da Ministra das Finanças na SIC e reforcei a ideia que tinha. É uma boa "falante". Pese embora, gostar de "encher chouriços", enquanto vai debitando algumas palavras chave, para abrilhantar o seu acto de representação. 
Sabe contornar as perguntas, tem ar de pessoa competente, assertiva e imaculada, mas na prática, não passa de mais uma falsa. 
Reconheço que, quanto à representação, merece os mais rasgados elogios. Acredito mesmo, que teria lugar numa qualquer novela da TVI. Já no que concerne à essência da sua existência, enquanto ministra, apenas cumpre com os interesses do alheio (credores/mercados/corporações e outros seres maléficos), que em nada abonam a favor dos portugueses... 
Muito gosta esta ministra (e outros) de regressar aos "mercados"... Claro, os "mercados" não esperam por outra coisa... Contrair empréstimos, para pagar os juros dos empréstimos já contraídos, para pagar a dívida que aumenta com os empréstimos... :S E os juros sempre à espreita para "ferrar" mais uns "trocos"... Onde é que já ouvi falar em coisa semelhante? Ah, numa qualquer família perto de si... Daquelas com 500 cartões de crédito em que até o gato está hipotecado... 
Mas há que "honrar os compromissos" (da dívida), que eles criam a cada empréstimo, a cada emissão de dívida (sabendo que não há como liquidar), mesmo que esses compromissos, não passem de actos dignos de qualquer criminoso... Compromissos esses, em que os portugueses, nunca foram consultados ou confrontados, para poder ou não legitimar. Que podem ser os mais absurdos, mas que temos que honrar -.-' 
Defender o interesse público e cumprir com as obrigações que os seus cargos acarretam (e para os quais foram eleitos/nomeados), isso, não é para este bando de falsos moralistas... Estou farto de ser "representado" por parasitas.

Não elegi esta Ministra. Não a nomeei. Caiu no ministério de para-quedas, mas, tenho a certeza que não foi ao sabor do vento...


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Operação: "Sugar o pouco que temos" da GNR, com alto patrocínio da UE!

[clique sobre a foto, para ampliar]
O tempo vai estar bom! Ameno, com sol, por isso aproveite (se puder) e vá para o trabalho/compras (etc) a pé (nem de bicicleta aconselho...)! Estará, para além de contribuir, para a manutenção ou melhoria da sua saúde, também, a evitar (possivelmente) esbanjar os poucos trocos que lhe restam no bolso!
Esbanjar, sim! Porque o(a) estou a alertar! Esta semana, qualquer distracção na estrada (dentro/fora das localidades), resultará numa despesa extra! A não ser que ainda confie neste governo, e seja solidário, ao ponto de querer contribuir para equilibrar as contas... :S Mais vale prevenir.
Clique sobre a imagem par ler o comunicado oficial (do site da GNR), sobre a operação de "fiscalização".

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O povo é quem mais ordenha!


Nós "temos de", "temos de", "temos de"... Mas "eles p(f)odem tudo", "eles p(f)odem tudo", "eles p(f)odem tudo"...

O povo que viva do desperdício (restos) dos "intocáveis", que vivem de nós (escravos) e ainda troça de nós com este tipo de caridade/solidariedade da bilharda (que o próprio estado financia). Na qual, pessoas/entidades (na maioria) se fazem passar por "Papas" da solidariedade e caridade, extremamente preocupadas com a crise/pobreza/fome mas, na realidade, nada fazem para atingir a raiz deste flagelo, por forma a evitá-lo!

Não o fazem, porque não necessitam, porque se sentem impotentes (então, como nos sentiremos nós ou os necessitados...), ou simplesmente, porque preferem ir aparecendo em acções de beneficência, para poderem desfilar todo o seu potencial de marketing e sacar mais umas "coroas" (directa ou indirectamente, no presente ou futuro - não vivêssemos nós, numa sociedade capitalista), aproveitando-se da imagem, notoriedade, empresa que possuí, cargo que desempenha (ou quer desempenhar), ou, tendo em vista "interesses superiores" (e normalmente muito pessoais - podendo ou não, haver, uma "pitada" de interesses corporativos comuns)...

Quanto gastamos para apoiar os 3M de pobres em Portugal?

Desde subsídios, isenções, cantinas sociais (que brotam como cogumelos), alojamentos sociais, entidades/associações de solidariedade, misericórdias... Será apenas o voluntariado, que sustenta todas estas organizações (se bem que já existe o chamado voluntariado público-privado(?) - imaginem se tiverem o mesmo tipo de gestão das PPP!)?

Grande parte do dinheiro, vem de onde não o temos, ou seja do estado. Claro que as corporações também ajudam, nem que seja para lavagens de dinheiro ou benefícios fiscais, etc (ou pontualmente até por boa vontade)...

Quero com isto dizer que o Estado devia deixar de apoiar as pessoas nesta situação? Não, claro que não. Mas, acima de tudo, NÃO devia deixar que se chegasse a este ponto! Nem ficar dependente, nem fazer as pessoas depender, de associações/organizações/entidades manhosas, que existem e proliferam, cada vez mais. Onde verdadeiros voluntários, depositam o pouco que têm (tempo, esforço, dinheiro) para alimentar o ego e interesses dos cabecilhas (pensando estar a ajudar efectivamente).

Não digo que este tipo de instituições sejam todas assim, mas...

O Estado, andou a cortar salários, despedir funcionários públicos, fechar serviços de proximidade (...) e com o que poupou, vai gastar noutras instituições noutros "cabecilhas" que por lá moram... Ainda vai chegar o tempo, em que o estado irá pagar dívidas, que essas próprias instituições criarão, pelos mais variados motivos (se não terá já acontecido)! Enfim.

Fala-se, que o desemprego, é o maior responsável por tudo isto! Mas, todos sabemos, que há quem trabalhe e não consiga ganhar para cobrir as despesas. E já nem falo de quem contraiu empréstimos! Falo de pessoas que, pouparam toda a vida, não recorrendo ao crédito e estão com a corda na garganta!

E ainda querem baixar mais os salários? Querem fazer de Portugal a China da Europa? Então que importem "escravos" de África (com o devido respeito) como no passado, para alimentar a indústria que querem criar! E, daqui a uns anos, 85% dessa indústria deslocar-se-á para outro ponto do planeta e os problemas, sem espanto, regressarão!

"Portugal não se pode dar ao desperdício". Portugal!? AHHAAHAH!!! Ou serão, por aí, cerca de 500mil portugueses(?)?

"É tempo para acordar", cantam eles! Pois, é. Mais que tempo! Ou melhor, "já ontem era tarde"! Mas, não só pelo desperdício! Se os 3M de pobres desperdiçassem, onde estariam hoje eles!? Se a mensagem, era para sensibilizar quem desperdiça, mais valia enviarem o vídeo por mail, para as pessoas/organizações em questão! Já é altura de aprenderem a definir o chamado "público-alvo"! Não se dispersem, ou os objectivos da vossa "campanha" não serão atingidos. E isso seria um DESPERDIÇO!

Mas, sigamos o vosso apelo.

Então, aí estão um conjunto de acções, que devemos protagonizar para evitar o desperdício:
- "Temos de" deixar de pagar impostos (já que o estado é o maior despesista);
- "Temos de" deixar de depositar dinheiro nos bancos (já que eles não são sustentáveis, nem fiáveis);
- "Temos de"...

Oh, esqueçam!

Por mais que queiramos ser auto-suficientes, eficientes, poupados, solventes ou sustentáveis (...), já sabem: "eles "p(f)odem tudo"! Portanto, não se iludam. Mesmo que a situação melhore um pouco, quando "derem por ela", já estamos novamente na mesma.

Estão, por ventura, a imaginar um ciclo fechado e infinito? É a vossa/minha vida actual... Porque contribuímos para ela!

Agora pergunto: será que vocês não se cansam de ordenhar, ordenhar, ordenhar e cada vez, terem mais falta de leite em casa!? Já para não referir a falta da própria casa, carro, trabalho, saúde...

Não tenham dúvidas, o povo é quem mais ordenha! E que beneficia com isso? Pouco, muito pouco... O mínimo, para que não deixemos de ordenhar em definitivo. É que o leite, não pode faltar na casa dos 500mil...

Poupar é (enquanto o aumento de impostos e cortes nos salários permitirem), nada mais que, remendar. Remendar, é adiar a solução. A solução, já se viu, não pode ser a do "costume", ou seja, voltar ao início do ciclo... Então, só nos resta uma opção: a MUDANÇA!

Este sistema económico/financeiro/político é, em todos os aspectos, viciado, caduco e insustentável!

Não espere que o governo resolva os problemas, nunca acontecerá! Como Giodano Bruno afirmou, "pedir a quem tem os poderes que reforme o poder... Que ingenuidade a minha..."

Adiar o inevitável (por demora, numa intervenção profunda, com apoio maioritário) é, simplesmente, o prolongar do sofrimento sob forma de castigo, que, diga-se de passagem, estamos a fazer por merecer...


Rui Correia