Não se admirem, que mais cedo ou mais tarde, alguém, farto de comer palha governamental e correctamente precavido contra a miopia política/económica dos governantes, que nada mais é, que a visão (de interesse) dos "mercados"/países/corporações/(...) do estado/futuro do nosso país, mande um tiro para o ar e acerte em alguém... É que há limites para tudo... Esta nomeação, é um atentado à paz social (que eles tanto estimam, defendem e pregoam)...
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Uma outra forma de entender e viver o mundo (veganismo)
(Animação de fácil percepção, para toda a família)
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Sustentabilidade, onde!?
No Jornal do Fundão:
"Vocação gastronómica pode ajudar a salvar da extinção a ovelha Churra do Campo.
A produção de queijo com sabor distinto para nichos de mercado ou a carne de borrego são apontadas como vocações gastronómicas da Churra do Campo e que podem ajudar a salvar a ovelha da extinção.
A espécie autóctone da Beira Baixa tem sido abandonada pelos agricultores a favor de raças que dão mais leite, até que há seis anos a Câmara de Penamacor iniciou um projeto de conservação acompanhada pela Escola Superior Agrária (ESA) de Castelo Branco.
No início eram 120 ovelhas, lentamente o efetivo tem crescido e já são 260 - ainda assim, longe do número necessário para se considerar fora de risco de extinção, explica à Lusa, Carlos Andrade, docente da ESA, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, e secretário técnico do livro genealógico da Churra do Campo.Este livro regista as medidas e evolução de todos os efetivos da espécie ameaçada e estabelece o estatuto da raça - que permite que cada agricultor receba compensações por receber e tratar a Churra do Campo.Foi um projeto iniciado com financiamento comunitário do programa Interreg e que permitiu que o trabalho continue agora no âmbito dos apoios do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder) para a preservação da biodiversidade.A Churra do Campo foi desaparecendo, tal como os pequenos agricultores, explica Carlos Andrade: "Vingam os rebanhos maiores em que, para terem maior produtividade, se substitui a raça por outras com maior capacidade de produção de leite".Só que isso acaba por se refletir no sabor e qualidade do queijo."Hoje, temos queijos mais homogéneos, mas perdeu-se aquele queijo extraordinário que de vez em quando se comia", porque tinha origem num leite diferente, de uma espécie distinta.Ou seja, a Churra do Campo pode ser uma mais-valia, "não pela quantidade, mas pela qualidade".As experiências feitas na ESA mostram que "o leite tem outras características e sabor" e logo "o queijo também", sublinha Carlos Andrade.Os trabalhos estão prestes a ser publicados numa edição do Instituto Politécnico de Castelo Branco e, para além do leite, debruçam-se também sobre a qualidade da carne.É o caso da tese de mestrado de Joaquim Carvalho, que concluiu que a comercialização de Borrego da Beira desta raça pode ser uma boa oportunidade."Fizemos um painel de consumidores e as pessoas apreciaram a qualidade da carne", que se distingue por ser "muito tenra, com um sabor característico" e que só provando se conhece.Estas potencialidades da Churra do Campo casam com "as políticas europeias, que confluem para a importância da biodiversidade, por razões ambientais e económicas", destaca Celestino Almeida, diretor da ESA.Para aquele responsável, no caso dos estudos sobre esta espécie, como outras, "o conhecimento técnico e científico da escola está ao serviço da comunidade, porque, quem não conhece o que tem, não o pode preservar".
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=186716204785638&set=a.135216903268902.3280.122193041237955&type=1&theater
Objectivo lucro/produção/espremer ao máximo! Resultado, extinção/destruição dos recursos naturais (neste caso, característicos da região). E depois, os fundos públicos (que nós financiamos, através de impostos) que deviam ser destinados à saúde, segurança social, (etc), servem para ir tapando uns "buraquitos" da cratera, que o mercado selvagem cria (já para não falar que, em muitos casos, esses fundos acabam por ser diluídos, através dos mais diversos caminhos antes de chegar ao destino...).
Pagamos para ter o que eles produzem, e pagamos para tentar compensar aquilo que eles destroem para, assim, produzirem em maior escala e com menor custo (produtivo)...
Mas, viva à fartura!
Agora imaginem este tipo de situações (mais que vulgares) à escala macroeconómica/mundial...
Não se queixem pela falta de sustentabilidade (que isso é óbvio), deixem é de sustentar quem explora os recursos naturais (destruindo o que é de todos), e quem gere (mal) o dinheiro dos contribuintes.
Tantas leis que existem (algumas só para "chuparem" o contribuinte) e não são capazes de legislar, a fim de obrigar as organizações ou particulares, que tenham um mínimo de cabeças (desta espécie) obrigatoriamente? Não ficaria mais barato que remendar (ou tentar remendar) o problema criado por privados!? Enfim...
Rui Correia
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
O povo é quem mais ordenha!
Nós "temos de", "temos de", "temos de"... Mas "eles p(f)odem tudo", "eles p(f)odem tudo", "eles p(f)odem tudo"...
O povo que viva do desperdício (restos) dos "intocáveis", que vivem de nós (escravos) e ainda troça de nós com este tipo de caridade/solidariedade da bilharda (que o próprio estado financia). Na qual, pessoas/entidades (na maioria) se fazem passar por "Papas" da solidariedade e caridade, extremamente preocupadas com a crise/pobreza/fome mas, na realidade, nada fazem para atingir a raiz deste flagelo, por forma a evitá-lo!
Não o fazem, porque não necessitam, porque se sentem impotentes (então, como nos sentiremos nós ou os necessitados...), ou simplesmente, porque preferem ir aparecendo em acções de beneficência, para poderem desfilar todo o seu potencial de marketing e sacar mais umas "coroas" (directa ou indirectamente, no presente ou futuro - não vivêssemos nós, numa sociedade capitalista), aproveitando-se da imagem, notoriedade, empresa que possuí, cargo que desempenha (ou quer desempenhar), ou, tendo em vista "interesses superiores" (e normalmente muito pessoais - podendo ou não, haver, uma "pitada" de interesses corporativos comuns)...
Quanto gastamos para apoiar os 3M de pobres em Portugal?
Desde subsídios, isenções, cantinas sociais (que brotam como cogumelos), alojamentos sociais, entidades/associações de solidariedade, misericórdias... Será apenas o voluntariado, que sustenta todas estas organizações (se bem que já existe o chamado voluntariado público-privado(?) - imaginem se tiverem o mesmo tipo de gestão das PPP!)?
Grande parte do dinheiro, vem de onde não o temos, ou seja do estado. Claro que as corporações também ajudam, nem que seja para lavagens de dinheiro ou benefícios fiscais, etc (ou pontualmente até por boa vontade)...
Quero com isto dizer que o Estado devia deixar de apoiar as pessoas nesta situação? Não, claro que não. Mas, acima de tudo, NÃO devia deixar que se chegasse a este ponto! Nem ficar dependente, nem fazer as pessoas depender, de associações/organizações/entidades manhosas, que existem e proliferam, cada vez mais. Onde verdadeiros voluntários, depositam o pouco que têm (tempo, esforço, dinheiro) para alimentar o ego e interesses dos cabecilhas (pensando estar a ajudar efectivamente).
Não digo que este tipo de instituições sejam todas assim, mas...
O Estado, andou a cortar salários, despedir funcionários públicos, fechar serviços de proximidade (...) e com o que poupou, vai gastar noutras instituições noutros "cabecilhas" que por lá moram... Ainda vai chegar o tempo, em que o estado irá pagar dívidas, que essas próprias instituições criarão, pelos mais variados motivos (se não terá já acontecido)! Enfim.
Fala-se, que o desemprego, é o maior responsável por tudo isto! Mas, todos sabemos, que há quem trabalhe e não consiga ganhar para cobrir as despesas. E já nem falo de quem contraiu empréstimos! Falo de pessoas que, pouparam toda a vida, não recorrendo ao crédito e estão com a corda na garganta!
E ainda querem baixar mais os salários? Querem fazer de Portugal a China da Europa? Então que importem "escravos" de África (com o devido respeito) como no passado, para alimentar a indústria que querem criar! E, daqui a uns anos, 85% dessa indústria deslocar-se-á para outro ponto do planeta e os problemas, sem espanto, regressarão!
"Portugal não se pode dar ao desperdício". Portugal!? AHHAAHAH!!! Ou serão, por aí, cerca de 500mil portugueses(?)?
"É tempo para acordar", cantam eles! Pois, é. Mais que tempo! Ou melhor, "já ontem era tarde"! Mas, não só pelo desperdício! Se os 3M de pobres desperdiçassem, onde estariam hoje eles!? Se a mensagem, era para sensibilizar quem desperdiça, mais valia enviarem o vídeo por mail, para as pessoas/organizações em questão! Já é altura de aprenderem a definir o chamado "público-alvo"! Não se dispersem, ou os objectivos da vossa "campanha" não serão atingidos. E isso seria um DESPERDIÇO!
Mas, sigamos o vosso apelo.
Então, aí estão um conjunto de acções, que devemos protagonizar para evitar o desperdício:
- "Temos de" deixar de pagar impostos (já que o estado é o maior despesista);
- "Temos de" deixar de depositar dinheiro nos bancos (já que eles não são sustentáveis, nem fiáveis);
- "Temos de"...
Oh, esqueçam!
Por mais que queiramos ser auto-suficientes, eficientes, poupados, solventes ou sustentáveis (...), já sabem: "eles "p(f)odem tudo"! Portanto, não se iludam. Mesmo que a situação melhore um pouco, quando "derem por ela", já estamos novamente na mesma.
Estão, por ventura, a imaginar um ciclo fechado e infinito? É a vossa/minha vida actual... Porque contribuímos para ela!
Agora pergunto: será que vocês não se cansam de ordenhar, ordenhar, ordenhar e cada vez, terem mais falta de leite em casa!? Já para não referir a falta da própria casa, carro, trabalho, saúde...
Não tenham dúvidas, o povo é quem mais ordenha! E que beneficia com isso? Pouco, muito pouco... O mínimo, para que não deixemos de ordenhar em definitivo. É que o leite, não pode faltar na casa dos 500mil...
Poupar é (enquanto o aumento de impostos e cortes nos salários permitirem), nada mais que, remendar. Remendar, é adiar a solução. A solução, já se viu, não pode ser a do "costume", ou seja, voltar ao início do ciclo... Então, só nos resta uma opção: a MUDANÇA!
Este sistema económico/financeiro/político é, em todos os aspectos, viciado, caduco e insustentável!
Não espere que o governo resolva os problemas, nunca acontecerá! Como Giodano Bruno afirmou, "pedir a quem tem os poderes que reforme o poder... Que ingenuidade a minha..."
Adiar o inevitável (por demora, numa intervenção profunda, com apoio maioritário) é, simplesmente, o prolongar do sofrimento sob forma de castigo, que, diga-se de passagem, estamos a fazer por merecer...
O povo que viva do desperdício (restos) dos "intocáveis", que vivem de nós (escravos) e ainda troça de nós com este tipo de caridade/solidariedade da bilharda (que o próprio estado financia). Na qual, pessoas/entidades (na maioria) se fazem passar por "Papas" da solidariedade e caridade, extremamente preocupadas com a crise/pobreza/fome mas, na realidade, nada fazem para atingir a raiz deste flagelo, por forma a evitá-lo!
Não o fazem, porque não necessitam, porque se sentem impotentes (então, como nos sentiremos nós ou os necessitados...), ou simplesmente, porque preferem ir aparecendo em acções de beneficência, para poderem desfilar todo o seu potencial de marketing e sacar mais umas "coroas" (directa ou indirectamente, no presente ou futuro - não vivêssemos nós, numa sociedade capitalista), aproveitando-se da imagem, notoriedade, empresa que possuí, cargo que desempenha (ou quer desempenhar), ou, tendo em vista "interesses superiores" (e normalmente muito pessoais - podendo ou não, haver, uma "pitada" de interesses corporativos comuns)...
Quanto gastamos para apoiar os 3M de pobres em Portugal?
Desde subsídios, isenções, cantinas sociais (que brotam como cogumelos), alojamentos sociais, entidades/associações de solidariedade, misericórdias... Será apenas o voluntariado, que sustenta todas estas organizações (se bem que já existe o chamado voluntariado público-privado(?) - imaginem se tiverem o mesmo tipo de gestão das PPP!)?
Grande parte do dinheiro, vem de onde não o temos, ou seja do estado. Claro que as corporações também ajudam, nem que seja para lavagens de dinheiro ou benefícios fiscais, etc (ou pontualmente até por boa vontade)...
Quero com isto dizer que o Estado devia deixar de apoiar as pessoas nesta situação? Não, claro que não. Mas, acima de tudo, NÃO devia deixar que se chegasse a este ponto! Nem ficar dependente, nem fazer as pessoas depender, de associações/organizações/entidades manhosas, que existem e proliferam, cada vez mais. Onde verdadeiros voluntários, depositam o pouco que têm (tempo, esforço, dinheiro) para alimentar o ego e interesses dos cabecilhas (pensando estar a ajudar efectivamente).
Não digo que este tipo de instituições sejam todas assim, mas...
O Estado, andou a cortar salários, despedir funcionários públicos, fechar serviços de proximidade (...) e com o que poupou, vai gastar noutras instituições noutros "cabecilhas" que por lá moram... Ainda vai chegar o tempo, em que o estado irá pagar dívidas, que essas próprias instituições criarão, pelos mais variados motivos (se não terá já acontecido)! Enfim.
Fala-se, que o desemprego, é o maior responsável por tudo isto! Mas, todos sabemos, que há quem trabalhe e não consiga ganhar para cobrir as despesas. E já nem falo de quem contraiu empréstimos! Falo de pessoas que, pouparam toda a vida, não recorrendo ao crédito e estão com a corda na garganta!
E ainda querem baixar mais os salários? Querem fazer de Portugal a China da Europa? Então que importem "escravos" de África (com o devido respeito) como no passado, para alimentar a indústria que querem criar! E, daqui a uns anos, 85% dessa indústria deslocar-se-á para outro ponto do planeta e os problemas, sem espanto, regressarão!
"Portugal não se pode dar ao desperdício". Portugal!? AHHAAHAH!!! Ou serão, por aí, cerca de 500mil portugueses(?)?
"É tempo para acordar", cantam eles! Pois, é. Mais que tempo! Ou melhor, "já ontem era tarde"! Mas, não só pelo desperdício! Se os 3M de pobres desperdiçassem, onde estariam hoje eles!? Se a mensagem, era para sensibilizar quem desperdiça, mais valia enviarem o vídeo por mail, para as pessoas/organizações em questão! Já é altura de aprenderem a definir o chamado "público-alvo"! Não se dispersem, ou os objectivos da vossa "campanha" não serão atingidos. E isso seria um DESPERDIÇO!
Mas, sigamos o vosso apelo.
Então, aí estão um conjunto de acções, que devemos protagonizar para evitar o desperdício:
- "Temos de" deixar de pagar impostos (já que o estado é o maior despesista);
- "Temos de" deixar de depositar dinheiro nos bancos (já que eles não são sustentáveis, nem fiáveis);
- "Temos de"...
Oh, esqueçam!
Por mais que queiramos ser auto-suficientes, eficientes, poupados, solventes ou sustentáveis (...), já sabem: "eles "p(f)odem tudo"! Portanto, não se iludam. Mesmo que a situação melhore um pouco, quando "derem por ela", já estamos novamente na mesma.
Estão, por ventura, a imaginar um ciclo fechado e infinito? É a vossa/minha vida actual... Porque contribuímos para ela!
Agora pergunto: será que vocês não se cansam de ordenhar, ordenhar, ordenhar e cada vez, terem mais falta de leite em casa!? Já para não referir a falta da própria casa, carro, trabalho, saúde...
Não tenham dúvidas, o povo é quem mais ordenha! E que beneficia com isso? Pouco, muito pouco... O mínimo, para que não deixemos de ordenhar em definitivo. É que o leite, não pode faltar na casa dos 500mil...
Poupar é (enquanto o aumento de impostos e cortes nos salários permitirem), nada mais que, remendar. Remendar, é adiar a solução. A solução, já se viu, não pode ser a do "costume", ou seja, voltar ao início do ciclo... Então, só nos resta uma opção: a MUDANÇA!
Este sistema económico/financeiro/político é, em todos os aspectos, viciado, caduco e insustentável!
Não espere que o governo resolva os problemas, nunca acontecerá! Como Giodano Bruno afirmou, "pedir a quem tem os poderes que reforme o poder... Que ingenuidade a minha..."
Adiar o inevitável (por demora, numa intervenção profunda, com apoio maioritário) é, simplesmente, o prolongar do sofrimento sob forma de castigo, que, diga-se de passagem, estamos a fazer por merecer...
Rui Correia
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