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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O que é a realidade? Excelente 2014 sr. Cavaco Sílva! -.-'


Isto é tudo uma espécie de código/informação que os nossos olhos (e outros "sensores" corporais) captam e o cérebro decifra. A realidade não é o que vemos e o que sentimos pode, ou não, corresponder ao que é percepcionado e decifrado (sendo que ter sentimentos por códigos/informação, não faz grande "sentido" xD).
Em suma, somos "enganados" pelo nosso cérebro, para não entrarmos em depressão :v . Imaginem como seria, se vivêssemos no mundo real? Seria semelhante ao modo como os governos tratam os cidadãos. Como meros números/códigos/informação, claro está... Oh, esperem! A comparação não foi feliz. É que, para eles, há "números" (99%) que parecem ser a "moda" e os restantes (1% que tem cara, nome, umas ilhas no pacifico...) são esquecidos frequentemente... Isto no que toca a a sugar direitos e capital. Já em favores, a "moda" muda...
Já agora, Sr. Aníbal Cavaco Silva, agradeço que não tenha enviado o orçamento de estado para ser fiscalizado sucessivamente, pelo Tribunal Constitucional! É que ter um governo, que em todos os anos de mandato, não conseguiu apresentar um único orçamento, com garantias de cumprimento da Lei Fundamental do Estado, seria no mínimo VERGONHOSO para o Portugal. Que diriam os mercados financeiros ou os nossos parceiros europeus!?
Assim, consegue-se camuflar o bando de trapalhões interesseiros que dirigem o nosso país, em nome dos indispensáveis sacrifícios (necessários para salvar esta grande e honrosa nação).
Espero que consiga aproveitar a sua generosa reforma por muitos anos. Merece cada cêntimo que eu (e os 99%) descontar para a segurança social. Um bem haja e um excelente 2014! -.-'


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O povo é quem mais ordenha!


Nós "temos de", "temos de", "temos de"... Mas "eles p(f)odem tudo", "eles p(f)odem tudo", "eles p(f)odem tudo"...

O povo que viva do desperdício (restos) dos "intocáveis", que vivem de nós (escravos) e ainda troça de nós com este tipo de caridade/solidariedade da bilharda (que o próprio estado financia). Na qual, pessoas/entidades (na maioria) se fazem passar por "Papas" da solidariedade e caridade, extremamente preocupadas com a crise/pobreza/fome mas, na realidade, nada fazem para atingir a raiz deste flagelo, por forma a evitá-lo!

Não o fazem, porque não necessitam, porque se sentem impotentes (então, como nos sentiremos nós ou os necessitados...), ou simplesmente, porque preferem ir aparecendo em acções de beneficência, para poderem desfilar todo o seu potencial de marketing e sacar mais umas "coroas" (directa ou indirectamente, no presente ou futuro - não vivêssemos nós, numa sociedade capitalista), aproveitando-se da imagem, notoriedade, empresa que possuí, cargo que desempenha (ou quer desempenhar), ou, tendo em vista "interesses superiores" (e normalmente muito pessoais - podendo ou não, haver, uma "pitada" de interesses corporativos comuns)...

Quanto gastamos para apoiar os 3M de pobres em Portugal?

Desde subsídios, isenções, cantinas sociais (que brotam como cogumelos), alojamentos sociais, entidades/associações de solidariedade, misericórdias... Será apenas o voluntariado, que sustenta todas estas organizações (se bem que já existe o chamado voluntariado público-privado(?) - imaginem se tiverem o mesmo tipo de gestão das PPP!)?

Grande parte do dinheiro, vem de onde não o temos, ou seja do estado. Claro que as corporações também ajudam, nem que seja para lavagens de dinheiro ou benefícios fiscais, etc (ou pontualmente até por boa vontade)...

Quero com isto dizer que o Estado devia deixar de apoiar as pessoas nesta situação? Não, claro que não. Mas, acima de tudo, NÃO devia deixar que se chegasse a este ponto! Nem ficar dependente, nem fazer as pessoas depender, de associações/organizações/entidades manhosas, que existem e proliferam, cada vez mais. Onde verdadeiros voluntários, depositam o pouco que têm (tempo, esforço, dinheiro) para alimentar o ego e interesses dos cabecilhas (pensando estar a ajudar efectivamente).

Não digo que este tipo de instituições sejam todas assim, mas...

O Estado, andou a cortar salários, despedir funcionários públicos, fechar serviços de proximidade (...) e com o que poupou, vai gastar noutras instituições noutros "cabecilhas" que por lá moram... Ainda vai chegar o tempo, em que o estado irá pagar dívidas, que essas próprias instituições criarão, pelos mais variados motivos (se não terá já acontecido)! Enfim.

Fala-se, que o desemprego, é o maior responsável por tudo isto! Mas, todos sabemos, que há quem trabalhe e não consiga ganhar para cobrir as despesas. E já nem falo de quem contraiu empréstimos! Falo de pessoas que, pouparam toda a vida, não recorrendo ao crédito e estão com a corda na garganta!

E ainda querem baixar mais os salários? Querem fazer de Portugal a China da Europa? Então que importem "escravos" de África (com o devido respeito) como no passado, para alimentar a indústria que querem criar! E, daqui a uns anos, 85% dessa indústria deslocar-se-á para outro ponto do planeta e os problemas, sem espanto, regressarão!

"Portugal não se pode dar ao desperdício". Portugal!? AHHAAHAH!!! Ou serão, por aí, cerca de 500mil portugueses(?)?

"É tempo para acordar", cantam eles! Pois, é. Mais que tempo! Ou melhor, "já ontem era tarde"! Mas, não só pelo desperdício! Se os 3M de pobres desperdiçassem, onde estariam hoje eles!? Se a mensagem, era para sensibilizar quem desperdiça, mais valia enviarem o vídeo por mail, para as pessoas/organizações em questão! Já é altura de aprenderem a definir o chamado "público-alvo"! Não se dispersem, ou os objectivos da vossa "campanha" não serão atingidos. E isso seria um DESPERDIÇO!

Mas, sigamos o vosso apelo.

Então, aí estão um conjunto de acções, que devemos protagonizar para evitar o desperdício:
- "Temos de" deixar de pagar impostos (já que o estado é o maior despesista);
- "Temos de" deixar de depositar dinheiro nos bancos (já que eles não são sustentáveis, nem fiáveis);
- "Temos de"...

Oh, esqueçam!

Por mais que queiramos ser auto-suficientes, eficientes, poupados, solventes ou sustentáveis (...), já sabem: "eles "p(f)odem tudo"! Portanto, não se iludam. Mesmo que a situação melhore um pouco, quando "derem por ela", já estamos novamente na mesma.

Estão, por ventura, a imaginar um ciclo fechado e infinito? É a vossa/minha vida actual... Porque contribuímos para ela!

Agora pergunto: será que vocês não se cansam de ordenhar, ordenhar, ordenhar e cada vez, terem mais falta de leite em casa!? Já para não referir a falta da própria casa, carro, trabalho, saúde...

Não tenham dúvidas, o povo é quem mais ordenha! E que beneficia com isso? Pouco, muito pouco... O mínimo, para que não deixemos de ordenhar em definitivo. É que o leite, não pode faltar na casa dos 500mil...

Poupar é (enquanto o aumento de impostos e cortes nos salários permitirem), nada mais que, remendar. Remendar, é adiar a solução. A solução, já se viu, não pode ser a do "costume", ou seja, voltar ao início do ciclo... Então, só nos resta uma opção: a MUDANÇA!

Este sistema económico/financeiro/político é, em todos os aspectos, viciado, caduco e insustentável!

Não espere que o governo resolva os problemas, nunca acontecerá! Como Giodano Bruno afirmou, "pedir a quem tem os poderes que reforme o poder... Que ingenuidade a minha..."

Adiar o inevitável (por demora, numa intervenção profunda, com apoio maioritário) é, simplesmente, o prolongar do sofrimento sob forma de castigo, que, diga-se de passagem, estamos a fazer por merecer...


Rui Correia

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

"ADINC" para uma cultura verdadeiramente universalizada

As corporações juntam-se para sugar o pouco que ganha o cidadão (incluindo os artistas), escravo dos países/governos/corporações, que alimenta com o seu trabalho, a barriga dos ditos. A ACAPOR é um exemplo dessa "bixarada". 

Então e quem defende os cidadãos!? O Estado? Já sabemos que não podemos contar com ele... 

A única hipótese, de atenuar alguns efeitos, das medidas impostas pelas corporações aos legisladores, no actual sistema, é combate-los na mesma "moeda". Tem que ser criada uma Associação de Defesa dos Interesses Não Capitalizáveis (ADINC)! xD 

Contratem-se advogados estagiários ou outros, que queiram prestar serviços em regime de voluntariado e comecem a reclamar direitos, a quem tem o poder de criar leis (e o faz, sempre com o objectivo de defender interesses monopolizados e corporativos), nunca pensado no bem estar das populações!

Os verdadeiros artistas, gostam de exprimir a sua arte, não como sendo fast-food, não como o que os ventos do mercado ditam, mas por prazer, sapiência e com naturalidade! 

Pagar para podermos ter acesso à cultura, é fechar portas à universalidade, de que a mesma, se deveria revestir. 

Todos devem poder, ter acesso, àquilo que, tem como finalidade, tocar nos sentimentos humanos (e não apenas nos sentimentos dos humanos endinheirados)! 


Rui Correia

domingo, 18 de novembro de 2012

Sentido Lucro!


Humanidade!? Isso existe? 

Só alguém sem alma (seja o que isso for) consegue ficar indiferente a este documentário! 

Aqui está mais uma prova que não se olha a meios para atingir €€€€€€€€££££££$$$$$$ (fins)! Sejam, animais, plantas, homens, recursos... O que interessa é o LUCRO! 

Pode lá haver ministro ou político que endireite isto... Nós próprios financiamos esta sociedade TERRORISTA! 

Mais depressa o homem se auto-extingue que, qualquer outro possível acontecimento (interno ou externo ao nosso planeta) o possa fazer...

Rui Correia