terça-feira, 10 de novembro de 2015

Angela Dorothea Merkel e o Robot mal comportadinho

Cuidado sr. Robot! Olhe que tal afronta poderá reflectir-se no aumento da energia eléctrica, num "El Ninho" extremamente localizado, ou simplesmente numa reacção negativa dos mercados (!?)... 

Se fosse na tugolândia, o robot arrancaria a bateria principal (ficando em modo economia), estenderia a palma da mão com a sua fonte mais preciosa, agradecendo, e entrando de imediato em modo "hibernar" (aguardando que a bateria voltasse a ser colocada por este ser tão especial). Porém, o "ser mais que tudo" (para este tipo de robots), encarregar-se-ia de substituir a bateria por outra (meia viciada), por forma a poder visitar mais vezes o "menino bem comportado" (qual salvador), aproveitando para escoar o stock de obsoletos e estabilizando os mercados (que agradecem a injecção de "iões de lítio" frescos)...

domingo, 11 de outubro de 2015

Nem sempre o partido/coligação mais votado, forma governo...

Fotografia © Paulo Spranger/Global Imagens
Não pode!  
Ando há 5 dias a tentar explicar isto... Podem gostar ou não, achar que é bom ou mau, querer um ou outro, mas nada interfere com o que é factual: "Há muitos modos de formar Governo...e nem sempre com o vencedor das eleições" (conferir: TÍTULO III - Assembleia da República - CAPÍTULO III - Organização e funcionamento, Artigo 180.º, alínea g) - Grupos Parlamentares - Constituição da República Portuguesa).
Em suma, importa esclarecer o seguinte:
1º - O nº de votos não é sempre proporcional ao nº de deputados eleitos por ciclo (por exemplo: o 2º partido/coligação mais votado, pode conseguir eleger mais deputados que o partido/coligação que teve mais votos);
2º - É convidado para constituir governo o partido/coligação vencedor das eleições, após o Presidente da República (PR) ter ouvido todos os restantes partidos com assento parlamentar. E aqui, o que está escrito na constituição NÂO foi cumprido pelo PR. Erro grave, de que muito pouco ouvi falar… (conferir: TÍTULO IV - Governo - CAPÍTULO II - Formação e responsabilidade, Artigo 187.º - Constituição da República Portuguesal).
3º - Tendo o PR, apressadamente, convidado a coligação PàF para tentar formar governo (saltado a tal ”auscultação” aos restantes partidos), e não tendo a PàF maioria parlamentar, a coligação terá que estabelecer conversações com outros partidos presentes no parlamento (ou vice versa), por forma a garantir que tem condições para governar (evitando futuras moções de rejeição ao programa do governo, ou moções de censura ao governo, por parte dos restantes partidos), e de modo, a que as suas ordens executivas sejam votadas favoravelmente, por maioria, para serem legitimadas e executadas;
4º - Caso haja acordo, ou a PàF fica com maioria parlamentar (o chamado bloco central, juntando-se com o PS) e o assunto fica resolvido. Ou contará com apoios circunstanciais (ou pré-negociados), com um partido da oposição (mais provável o PS) que votará favoravelmente, ou se abstém, de modo a que a PàF consiga governar, embora de forma condicionada. Normalmente, este tipo de governos não consegue terminar a legislatura…
5º - Se nenhum partido chegar a acordo com a PàF (ou vice versa), esta não tem reunidas condições para formar governo e deverá informar o PR;
6º - Caso os partidos, que inviabilizem a possibilidade de formação de um governo PàF, se coliguem (PS+BE, PS+CDU, PS+BE+CDU), obtendo maioria parlamentar (e até de votos), terão assim as condições necessárias para formar governo. Esses partidos, coligados, deverão comunicar a sua vontade ao PR;
7º O Presidente terá de ouvir essa nova maioria e… Não sei! A meu ver, deveria aprovar a proposta de governo, por haver maioria parlamentar (possibilidade de aprovar e executar o orçamento) e maioria de votos contabilizados. No entanto, fica a dúvida se o PR pode, ou não, vetar esta solução… Na minha opinião, e independentemente de quem fossem os partidos coligados, uma vez reunidas todas as condições para governar (maioria parlamentar e maioria de votos: PàF = 2.07 Milhões de votantes 38.48%, PS+BE = 2.29M 42.6%, PS+CDU = 2.18M 40.65%, PS+BE+CDU = 2.73M 50.87%, total de votantes: 5.38M), seria muito difícil justificar o veto. Até porque, o prazo para o governo entregar o orçamento de estado em Bruxelas é dia 15 de Outubro...
Mas, devo dizer que, este último cenário PS+BE+CDU, é quase impossível e não seria, de todo, do agrado presidencial... As duas maiores possibilidades passam pelo "bloco central", ou por um governo PàF minoritário com apoio do PS, "até que se fartem" (no entanto, "a Assembleia da República não pode ser dissolvida nos seis meses posteriores à sua eleição": TÍTULO III - Assembleia da República - CAPÍTULO III - Organização e funcionamento - Artigo 172.º - Dissolução, ponto 1.º)...O que, nesse aspecto, não favorece ninguém (a não ser os partidos em questão e os seus dirigentes)...

Em último caso, poderão ser marcadas novas eleições (lá para Maio!?)…

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O que é a realidade? Excelente 2014 sr. Cavaco Sílva! -.-'


Isto é tudo uma espécie de código/informação que os nossos olhos (e outros "sensores" corporais) captam e o cérebro decifra. A realidade não é o que vemos e o que sentimos pode, ou não, corresponder ao que é percepcionado e decifrado (sendo que ter sentimentos por códigos/informação, não faz grande "sentido" xD).
Em suma, somos "enganados" pelo nosso cérebro, para não entrarmos em depressão :v . Imaginem como seria, se vivêssemos no mundo real? Seria semelhante ao modo como os governos tratam os cidadãos. Como meros números/códigos/informação, claro está... Oh, esperem! A comparação não foi feliz. É que, para eles, há "números" (99%) que parecem ser a "moda" e os restantes (1% que tem cara, nome, umas ilhas no pacifico...) são esquecidos frequentemente... Isto no que toca a a sugar direitos e capital. Já em favores, a "moda" muda...
Já agora, Sr. Aníbal Cavaco Silva, agradeço que não tenha enviado o orçamento de estado para ser fiscalizado sucessivamente, pelo Tribunal Constitucional! É que ter um governo, que em todos os anos de mandato, não conseguiu apresentar um único orçamento, com garantias de cumprimento da Lei Fundamental do Estado, seria no mínimo VERGONHOSO para o Portugal. Que diriam os mercados financeiros ou os nossos parceiros europeus!?
Assim, consegue-se camuflar o bando de trapalhões interesseiros que dirigem o nosso país, em nome dos indispensáveis sacrifícios (necessários para salvar esta grande e honrosa nação).
Espero que consiga aproveitar a sua generosa reforma por muitos anos. Merece cada cêntimo que eu (e os 99%) descontar para a segurança social. Um bem haja e um excelente 2014! -.-'


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A ministra dos "mercados"

Assisti à entrevista da Ministra das Finanças na SIC e reforcei a ideia que tinha. É uma boa "falante". Pese embora, gostar de "encher chouriços", enquanto vai debitando algumas palavras chave, para abrilhantar o seu acto de representação. 
Sabe contornar as perguntas, tem ar de pessoa competente, assertiva e imaculada, mas na prática, não passa de mais uma falsa. 
Reconheço que, quanto à representação, merece os mais rasgados elogios. Acredito mesmo, que teria lugar numa qualquer novela da TVI. Já no que concerne à essência da sua existência, enquanto ministra, apenas cumpre com os interesses do alheio (credores/mercados/corporações e outros seres maléficos), que em nada abonam a favor dos portugueses... 
Muito gosta esta ministra (e outros) de regressar aos "mercados"... Claro, os "mercados" não esperam por outra coisa... Contrair empréstimos, para pagar os juros dos empréstimos já contraídos, para pagar a dívida que aumenta com os empréstimos... :S E os juros sempre à espreita para "ferrar" mais uns "trocos"... Onde é que já ouvi falar em coisa semelhante? Ah, numa qualquer família perto de si... Daquelas com 500 cartões de crédito em que até o gato está hipotecado... 
Mas há que "honrar os compromissos" (da dívida), que eles criam a cada empréstimo, a cada emissão de dívida (sabendo que não há como liquidar), mesmo que esses compromissos, não passem de actos dignos de qualquer criminoso... Compromissos esses, em que os portugueses, nunca foram consultados ou confrontados, para poder ou não legitimar. Que podem ser os mais absurdos, mas que temos que honrar -.-' 
Defender o interesse público e cumprir com as obrigações que os seus cargos acarretam (e para os quais foram eleitos/nomeados), isso, não é para este bando de falsos moralistas... Estou farto de ser "representado" por parasitas.

Não elegi esta Ministra. Não a nomeei. Caiu no ministério de para-quedas, mas, tenho a certeza que não foi ao sabor do vento...


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Isto é provocar os mais "esclarecidos"

Não se admirem, que mais cedo ou mais tarde, alguém, farto de comer palha governamental e correctamente precavido contra a miopia política/económica dos governantes, que nada mais é, que a visão (de interesse) dos "mercados"/países/corporações/(...) do estado/futuro do nosso país, mande um tiro para o ar e acerte em alguém... É que há limites para tudo... Esta nomeação, é um atentado à paz social (que eles tanto estimam, defendem e pregoam)...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Uma outra forma de entender e viver o mundo (veganismo)

(Animação de fácil percepção, para toda a família)

Todos deviam ver e reflectir, sobre este assunto!
Para mais informações, clique aqui! 

Novas Regiões de Turismo publicadas em Diário da República

[Região de Turismo do Centro]
E pronto... Hoje foi o fim, oficial, do Polo Turístico da Serra da Estrela. Agora, a região ficará sobre tutela da Região de Turismo do Centro (e do Secretário de Estado do Turismo), correspondente a NUTS II (Unidade Territorial para Fins Estatísticos de Nível II). Logo, vamos ser uma migalha, no meio de uma imensidão de território, que estará, certamente, virada para o mar (e zona litoral), com o "papão" Fátima a "engolir" a maior "fatia"...
Para além da desertificação demográfica, a desertificação de serviços, de capitais estatais (entre outros), avança tranquilamente no país a duas velocidades e de costas voltadas. Até a porta (do interior) fechar de vez. 
Se não gostam do interior, "excomunguem-nos" de vez! As nacionalidades, já não passam de meras formalidades, pois na prática, há muito que outras bandeiras controlam o nosso espaço económico (e até físico) interno (já nem falo no controlo dos centros de poder e decisão)...
Se o mapa obedecer, rigorosamente às NUTS II, ficará como na imagem apresentada.